24.06.2018 | 19h36


DIABETES EM BEBÊS

'Não existe mãe com leite fraco', alerta médica sobre crendice popular

A médica Laryssa Moraes esclareceu sobre os mitos e riscos na alimentação do bebê, inclusive sobre o consumo de leite de vaca industrializado.


DA REDAÇÃO

De acordo com a Federação Mundial de Obesidade, em 2025 a previsão é de que 11 milhões de crianças serão obesas. Destas, 150 mil crianças e jovens no Brasil desenvolverão diabetes tipo 2, enquanto 1 milhão terão pressão arterial elevada.

Em entrevista ao , a médica em bem estar e emagrecimento, Laryssa Moraes destacou que o tema merece atenção especial dos pais, especialmente que tipo de alimento tem sido oferecido para o bebê para que ele ganhe peso.

"O bebê tem que ficar até os seis meses em aleitamento materno exclusivo. Não existe leite fraco e a mamãe que se alimenta mal pode ter uma produção diminuída de leite". O ideal é que a mãe tenha uma alimentação rica em água, frutas, legumes, carnes brancas, evitando café, canela, pimenta. 

A médica orienta que a mãe deve oferecer uma mama e esvaziá-la, pois o leite é dividido em anterior, aquele que mata a sede, e o posterior que vai saciar a criança sob o ponto de vista calórico.

"É preciso respeitar a individualidade biológica e metabólica do bebê", pontua. 

Na entrevista, Laryssa comentou sobre os diversos tipos de leite vegetal e de origem animal.

"Eu sou contra o leite de vaca, mas isso é muito pessoal. Eu procuro orientar a não consumir o leite pela maneira pelo qual a vaca é criada hoje, seu confinamento, alimentos processados para o gado, hormônios, processo de industrialização pelo qual esse leite passa. Mas se você me falar que a vaca é criada em pasto livre, com alimentação orgânica, sem uso de hormônios, é bem diferente, assim como o leite de vaca direto da fazenda". 

Acompanhe a entrevista na íntegra:

 











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